A 17ª edição da Parada do Orgulho LGBT da Bahia só acontece no dia 9
de setembro. Porém, o movimento está envolvido em uma polêmica por causa
da escolha da madrinha desse ano. Conforme publicado nesta quarta-feira
(4), Existe informações de que a
major da Polícia Militar da Bahia (PM-BA), Denice Santiago, foi a
escolhida pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) para ocupar o posto.
No
entanto, ao ser questionada pela reportagem, a major, que ganhou
destaque na mídia nacional por ser criadora da Ronda Maria da Penha,
negou que tenha recebido qualquer convite e nem sequer havia sido
procurada para falar sobre o assunto. Mas, ainda conforme informações
obtidas , a concessão da "homenagem" estava
sendo tratada em segredo por causa de uma suposta proibição da PM-BA
para que a militar pudesse ser a madrinha LGBT.
Procurada pela
reportagem, a PM-BA negou que tivesse proibido a major de aceitar a
homenagem. A corporação não só confirmou que ela foi convidada, como
também explicou que foi feita apenas uma recomendação para que não fosse
usada a farda durante o evento. "A PM informa que não houve proibição
do comando da instituição para que a major fosse homenageada, e sim uma
recomendação para que não utilizasse o uniforme, uma vez que ela estaria
participando de um evento festivo, sendo a homenageada".
Quando
questionado sobre o assunto, o GGB, presidido por Marcelo Cerqueira, não
quis falar sobre o assunto e chegou também a negar inicialmente que a
major Denice Santiago havia sido convidada para receber a homenagem.
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